"Sim, senhor, tudo o que queira, mas são as palavras as que cantam, as que sobem e baixam. Prosterno-me diante delas. Amo-as, uno-me a elas, persigo-as, mordo-as, derreto-as. Amo tanto as palavras. As inesperadas." P. Neruda.




terça-feira, 15 de junho de 2010


boring






Falar de quê?
Tudo, parece,
Já foi dito.
Melhor calar.
Ver passar.

Adormecer.



6 comentários:

J.F. de Souza disse...

nesse último inverno
hibernei

nada mudou
além de meu humor

(e isso faz toda a diferença.)

=*

Múcio L Góes disse...

quem cala sente.

belo.

=*

<3

KANAUÃ KALUANÃ disse...

Passando...
para ver.

douglas D. disse...

há silêncios possíveis apenas quando inverno...

douglas D. disse...

há silêncios possíveis apenas quando inverno...

Sandra Regina de Souza disse...

Meus silêncios cessaram de sangrar... Sofro agora de verborragia
São as contradições..r.s..
beijo, linda!